Descubra mais sobre outros PET's da Universidade Federal da Fronteira Sul
Conheça todos os Petianos do PETCiências!!
Realização do Seminário Interno dos Programas de Educação Tutorial da UFFS! Clique para saber mais!

PALESTRA SOBRE SEXUALIDADE DAS PLANTAS

princeton-97827_1280

No dia 16.05.2017, aconteceu a Palestra sobre Sexualidade das Plantas, ministrado pela Profª. Dra. Carla G. Maria de Pelegrin.

Petiano

san-jose-92464_1280

Quer saber quem faz o Programa de Educação Tutorial PET Ciências da UFFS Campus Cerro Largo acontecer? Clique e conheça a lista de Petianos completa!.

BANNER PET

academic-2769_1280

Clique em Leia Mais para Conferir Nosso Banner.

Os resultados da Construção de uma Maquete com Materiais Recicláveis a partir da temática ISTs


Alessandra Nilles Konzen, Bolsista do PETCiências - Campus Cerro Largo, na atividade de extensão do Programa de Educação Tutorial (PET): PET vai à escola, atividade esta que oportuniza o processo de Iniciação a Docência antes dos estágios e facilita as atividades didáticas com os professores das escolas na área de Ensino de Ciências, produziu sugestão de atividade que a professora por meio de encaminhamento remoto desenvolveu com os alunos que a retornaram por meio de fotos.

Nesta atividade os alunos do 1º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Técnica Guaramano do município de Guarani das Missões na disciplina de Estrutura e Funcionamento da Máquina Humana da turma da Professora Fabiane Habowski, foram desafiados a construir uma maquete de vírus, bactérias ou parasitas causadores das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) com materiais recicláveis que tivessem em suas casas. Tendo como objetivo aprofundar e avaliar o conhecimento dos alunos acerca das ISTs como também a sua criatividade, instigando a construção de uma maquete.

Aqui compartilhamos com vocês algumas imagens enviadas pelos alunos após a construção da atividade solicitada. Sendo possível notar nas figuras a criatividade dos estudantes.

Figura 1 - Aluno produziu estrutura do HIV

Fonte: Arquivo Pessoal do Autor

Figura 2 - Aluno produziu estrutura do HIV

Fonte: Arquivo pessoal do autor

 

Figura 3 - Aluno produziu estrutura da bactéria Treponema pallidum - Sífilis

Fonte: Arquivo pessoal do autor

 

Figura 4 - Aluno produziu estrutura do vírus da Hepatite

Fonte: Arquivo pessoal do autor

 

Segundo a Professora Fabiane-que também achou esta, uma ótima atividade-, os alunos atingiram os objetivos da atividade proposta e adoraram realizá-la.


PETCiências nos Ciclos Formativos em Ensino de Ciências e Matemática


Na manhã desta terça-feira (28), ocorreu mais um encontro (virtual) dos Ciclos Formativos em Ensino de Ciências e Matemática com a temática  “Ser Professor em Tempos de Pandemia”. Neste encontro participaram três professores em formação continuada e um professor em formação inicial, dentre os quais a colaboradora do PETCiências Dra. Graciela Paz Meggiolaro e o petiano Mateus dos Santos Oliveira, além da Profª Franciele Siqueira Radetzke e do Prof Rafael Marques dos Santos. Estes explanaram suas vivências e experiências no desafio de ministrar aulas nesse período atípico que estamos vivendo. 

O petiano Mateus iniciou sua fala com uma reflexão sobre o eu pessoal e o eu professor e abordou a questão ambiental, a qual faz parte de sua pesquisa, afirmando que a pandemia já estava, de certa forma, prevista considerando os níveis de desigualdade social  global e o descaso humano para com a natureza. Após falou da importância da leitura na formação de professores no momento atual, da reinvenção do PETCiências para continuar suas atividades e sobre a necessidade de inovar o modo de ensinar e ressignificar nossas metodologias e formas de aprendendizado. Contou, também, que trabalhando para fazer as atividades para os alunos percebeu suas realidades,  aproximação e a importância da comunicação entre a escola e  famílias. Ao concluir, ressaltou que “precisamos buscar uma compreensão sistêmica enquanto indivíduo e coletivo”.

Já, a colaboradora do PETCiências Profª Dra Graciela expõe seu eu professora e menciona que é importante melhorar o entendimento em sala de aula e, também, que a educação precisa se reinventar nesse período de pandemia, procurar plataformas de ensino e citou algumas que a mesma usa como o Memtimeter, Trello, Kahoot, Google Docs, entre outros. Para complementar, afirmou que “precisamos incentivar e nos incentivar” quando tratamos de professores. Em seguida mencionou pontos positivos das aulas online, exemplificando que em sala de aula não tinha a mesma atenção e carinho com todos os alunos como está tendo agora, mas que é preciso ter um momento com a família, sendo necessário estabelecer horários e ser capaz de separar os momentos trabalho daqueles reservados à família. Concluiu que os professores precisam continuar inovando e não ter medo de tentar, sempre trazer atividades e propostas diferentes.

A problematização dessa temática nos permitiu refletir sobre possibilidades de ensinar e aprender em tempos adversos e, principalmente, nos reconhecer, saber diferenciar o profissional do pessoal no mesmo ambiente. Ademais, tratou de um momento capaz de reforçar a relação do PETCiências com a extensão e seu papel formativo, pois foi através das experiências vivenciadas dentro do programa e suas adaptações ao atual contexto que embasaram a fala do petiano Mateus. Assim, reforçamos a necessidade de nos mantermos tanto como pessoa quanto professores em constante reflexão e, consequentemente, nos reinventarmos, mesmo quando esse incomum episódio se encerrar, para não perdermos a atenção e o carinho com todos nossos discentes como dito pela  Profª Dra. Graciela e a aproximação da escola com as famílias como falou  Mateus.


Refletindo sobre a Educação em Saúde por meio do Livro Didático



A constante modernização tecnológica permitiu a conexão e a informação a população mundial de maneira rápida e eficiente, pelo meio da televisão ou redes sociais, que em poucos instantes permitiu um alcance para inúmeros lugares. Historicamente, a menos de 50 anos atrás um dos meios eficientes para o acesso a informação e o conhecimento estava presente apenas em livros e jornais, realidade vivida por todas gerações antecessoras. Ainda, contextualizando com um resgate bibliográfico, é possível identificar que para maior parte da formação básica desses sujeitos foi baseada em um ensino livresco (KRASILCHIK, 1987).

            Assim é possível identificar que o Livro Didático possui um papel fundamental no processo da constituição dos sujeitos historicamente, e atualmente, ainda muito presente em sala de aula (CAIMI, 2014). O PETCiências é um Programa de Educação Tutorial que visa a formação inicial de Licenciando em Química, Física e Biologia com o intuito de formar professores pesquisadores críticos e reflexivos e com isso, os Petianos desenvolvem pesquisas sobre educação ambiental e formação de professores. Dentre estas pesquisas, encontra-se as investigações em Livros Didáticos de ciências ou suas respectivas áreas de formação. Entre os inúmeros aportes teóricos abordados pelos Livros Didáticos (LD) investigados pelos licenciandos, abordaremos sobre a educação em saúde com uma retomada histórica do assunto comparado ao trajeto da educação brasileira com questões de saúde e o contexto atual com possíveis hipóteses.

            O termo Educação em Saúde foi introduzido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que define e regulariza a organização da educação brasileira com base nos princípios presentes na Constituição, determinada a partir da lei 5.692, de 11 de agosto de 1971, a implementação de Saúde nos currículos para o ensino de 1º e 2º graus com o intuito de representar uma ferramenta de estratégia de divulgação da ciência, através do LD, com apêndices que explanam sobre saúde. Analisando alguns livros de décadas anteriores é possível observar pontuações que hoje não são recorrentes em LD, por exemplo a abordagem da Saúde Bucal. O objetivo para sistematizar sobre o assunto era “como escovar os dentes?” ou “Causas da má higiene bucal.”, que a partir disso, é possível identificar que o próprio livro não busca a reflexão e compreensão de tais ações e possíveis causas/efeitos.

            Posteriormente, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de 1999 apresentam um tópico chamado “pedagógico da saúde” abordando conteúdos de higiene pessoal, alimentação, uso de drogas psicotrópicas e aspectos envolvendo a saúde, solicitando que os conteúdos referentes ao corpo humano e saúde devem ser ensinados no Ensino de Ciências, tanto quanto de maneira transversal com as outras áreas de ensino (BRASIL, 1999). Atualmente, com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é possível identificar que no decorrer da base ocorre pontuações mencionando a área da saúde enquanto um bem coletivo, utilizando a palavra compreender para tal construção (BRASIL, 2017).

            Esse regaste do Ensino de Ciências em um amplo contexto histórico curricular nos permite refletir sobre algumas das atitudes e ações identificadas atualmente. Diariamente se observa reportagens sobre pessoas que rompem o isolamento social, principalmente por junções com amigos e/ou por frequentarem lugares constantemente sem necessidade. Mas como o LD, o currículo e a mídia aspergem nas atitudes dos sujeitos?

            Vejamos, historicamente o que o LD e mídia abordam são pressupostos de “como fazer”, “o que fazer”, falhando na divulgação do significado pelo qual deve-se tomar devidas providencias. Atualmente, a população mundial vive um momento delicado com o enfrentamento a pandemia causada pela Covid-19, que atualmente possui o enfoque midiático apresentando os dados de contaminação, mortes e apelando para a conscientização do isolamento social. A Organização Mundial da Saúde (OMS) implementa o uso de máscaras por toda população ao sair de casa e solicita que as políticas públicas tomem devidas providencias para os sujeitos que não cumprirem.

            O que é possível perceber são os casos do uso inadequado da máscara, a resistência por alguns em não utilizar a máscara e/ou aqueles (maioria) que utilizam apenas por ser decreto e para acessar ao comércio, e o constante negacionismo científico que podem ser causados pela falta de indução a reflexão, sensibilização e compreensão acerca da própria saúde individual e da saúde coletiva. A partir de tal atitudes podemos interpretar que nós sujeitos, somos indivíduos heterônomos, ou seja, a sujeição do indivíduo á vontade de terceiros ou de uma coletividade. (BRESOLIN, 2013)

            Estas características podem estar aliadas a falta de autonomia em buscar a autorreflexão, a sensibilização e a prática de compreender determinadas ações, demonstrando atitudes de uma população reproducionista e sem autonomia, banais em práticas de pensamento reflexivo e crítico. Essa autonomia permitiria um funcionamento do isolamento social de maneira mais flexível, onde os sujeitos compreenderiam os motivos da importância do distanciamento social e iriam em busca de serviços essenciais apenas quando ocorresse a necessidade.

            Ou seja, o ambiente escolar deve proporcionar uma constituição de sujeitos críticos e reflexivos, envolvendo todos aspectos vigentes da sociedade atual, incluindo a saúde individual e pública. Marinho, Silva e Caetano (2017, p. 8) citam que

Em geral, o cuidado com a saúde de si implica a compreensão de um cenário complexo e multifatorial. Neste caso, os dilemas podem se configurar como recurso potente no qual a descentração em diferentes pontos de vista contribui para uma concepção mais holística dos diferentes fatores que envolvem a saúde e o cuidado de si.

            Essas evidências permitem concluir que em um contexto histórico a educação peca em abordagens com intuito de refletir, criticar e/ou contextualizar, apenas pensando em descrever o ensinamento de “como fazer” e as “causas”, notoriamente uma falta de perspectivas educativas que não visam buscar o entendimento. Portanto, enquanto professores em formação do ensino de ciências é significativo pensarmos estratégias e metodologias que norteiam o desenvolvimento e a divulgação científica no contexto escolar.

           Cleiton Edmundo Baumgratz

Bolsista PETCiências (SESu/MEN/FNDE) - Universidade Federal da Fronteira Sul

Campus Cerro Largo- RS


 

Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNC C_20dez_site.pdf. Acesso em: 01 jul. 2020.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos: saúde. Brasília: MEC/SEF, 1999. p. 243-284. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/saude.pdf>. Acesso em: 24 maio 2013

CAIMI, F. E. O livro didático no contexto do PNLD: desafios comuns entre disciplinas escolares. In: ANPEDSUL, 10., 2014, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UDESC, 2014. Disponível em: <http://xanpedsul.faed.udesc.br/arq_pdf/646-0.pdf>. Acesso em: 01 jul. 2020

KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU, 1987.

MARINHO, J. C. B.; DA SILVA, J. A.; CAETANO, M. R. V. Dilemas morais de saúde como estratégia de ensino para adolescentes. Ensenanza de Las Ciencias, v. extra, p. 3939-3944, 2017.

BRESOLIN, K. Autonomia versus heteronomia: O princípio da moral em Kant e Levinas. Conjectura: Filosofia e Educação (UCS), v. 18, p, 166-183, 2013.

 


CHAMADA PARA VOLUNTÁRIOS


O PETCiências lança chamada para voluntários selecionados através do edital Nº 07/PROGRAD/UFFS/2020, conforme os classificados como:
Luzilene Rito dos Santos
Vanessa Cléia Palinski
Luana Alessandra da Silva
Joana Ferronato Fagundes
Gustavo Bueno Pozzobon
Geovan Rodrigues da Silva

Os interessados até 30.07 devem enviar  e-mail para: bioroque.girua@gmail.com - Prof. Roque Ismael da Costa Güllich. 
Sendo que deverão cumprir os requisitos estipulados no edital, tais como: 
“2.2 Os estudantes voluntários estarão sujeitos aos requisitos de ingresso e permanência e aos mesmos deveres exigidos para o estudante bolsista (Artigo 21°, Portaria MEC n°343 de 24 de abril de 2013).
2.3 Os estudantes voluntários terão, no caráter de suplente e na ordem estabelecida pelo processo de seleção e avaliação do grupo de bolsista e tutor, prioridade para substituição de estudante bolsista, desde que preencha os requisitos para ingresso no PET à época da substituição (Artigo 21°, Portaria MEC n°343 de 24 de abril de 2013).”
 Ademais, não podem ter vínculo empregatício e nem tampouco possuírem bolsa de outro programa.

Alunos que aceitarem a chamada passarão a bolsistas ao final do período de voluntários.

Obesidade infantil em meio a pandemia do coronavírus


A obesidade é considerada uma doença inflamatória de baixa intensidade, multifatorial, esta é uma questão que já vem sendo discutida  antes do início da pandemia do Covid-19, e pode resultar em complicações envolvendo a hipertensão, diabete e doenças cardiovasculares. Além disso, a obesidade vem sendo o segundo principal fator de risco do coronavírus, atrás apenas dos idosos, em função da pessoa acima do peso ficar com o sistema imunológico muito baixo, resultante da alimentação baseada em ultraprocessados (alimentos calóricos), ressaltando que, para aumentar e equilibrar a imunidade é preciso ingerir vitaminas em cápsulas .

Segundo estatísticas e pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde o número de mortes de idosos obesos (43%) foi menor do que de jovens acima do peso (57%). Pois, como este problema pode ocasionar outras complicações em nosso corpo, e diminui consideravelmente a resistência do nosso organismo, mesmo jovens podem não se recuperar desse vírus e acabar morrendo. Assim sendo, ressaltamos a importância de cuidarmos de nossa saúde desde crianças.

O critério utilizado para avaliar se a pessoa está ou não em seu peso ideal, é o Índice de Massa Corporal (IMC), segundo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), no qual são usados o peso e a altura para realizar o cálculo. A seguir, a figura 1 mostra como podemos realizar este cálculo com o peso e altura; a figura 2 demonstra se está com o peso ideal, acima do peso ou abaixo do peso:

Figura 1: Cálculo para o peso

Fonte: Ministério da Saúde


Figura 2: Resultado do cálculo

Fonte: Ministério da Saúde

 

            Tendo isso em vista, o governo criou o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil, que é comemorado no dia 3 de junho, com o intuito de nos faz lembrar da importância de ter uma alimentação saudável, o que muitas vezes acabamos esquecendo no nosso dia a dia. Além disso, com a quarentena o hábito de comer alimentos industrializados pode ter aumentado, junto com a falta de atividades físicas, pelo fato de ficarmos apenas em casa e acabar nos acomodando. Especialistas sugerem que os pais incentivem seus filhos a dançar, brincar e fazer jogos que estimulem a parte física da criança.

Levando em consideração que a obesidade aumentou ainda mais em razão do Covid-19, pois as crianças e adultos estão mais tempo em casa e com isso acabam ingerindo comidas industrializadas e esquecem dos alimentos saudáveis, como frutas, legumes e verduras. Dessa forma, o Ministério da Saúde alterou o Guia Alimentar para a População Brasileira( Figura 3), que traz algumas dicas de formas saudáveis sobre as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar), que levam em consideração a cultura alimentar de todas regiões.


Figura 3: Planejamento Alimentar

Fonte: Saúde Brasil

 

 

Tendo isso em vista, separamos algumas brincadeiras que as crianças podem desenvolver dentro de casa, as quais irão ajudar no controle do peso e, também, ajudará a desenvolver as condições motoras delas:

 

       Circuito: Com os móveis da casa pode criar lugares e desafios para que elas enfrentem, como passar sob a ponte (sob a mesa de jantar), pular do penhasco perigoso (do sofá para o chão), dar cambalhotas, saltar sobre as pedras do rio (saltar sobre as almofadas),use sua criatividade para criar outros caminhos;

       Tênis com balão: Com um palito de picolé e um pratinho de festa pode criar as raquetes e com um balão creio ser a bola e deixar as crianças se divertirem;

       Caça ao tesouro: Pegue um objeto e esconda pela casa e diga para a criança procurá-lo e que terá uma recompensa, para crianças um pouco mais velhas coloque um cronômetro para ser um desafio maior;

       Teia de aranha: Use barbante, papel crepom ou o que tiver em casa, corte em tiras que alcance uma parede a outra e cole com uma fita adesiva nas paredes de forma desafiadora para que as crianças atravessem de um lado ao outro (ideal para fazer no corredor);

       Cabra cega: Uma brincadeira bem tradicional, mas que pode entreter os pequenos. Para brincar só precisa de um lenço, ou algo do tipo, para tapar os olhos da criança escolhida, então ela deve procurar as pessoas que estão ao seu redor, e quando achar, a outra pessoa que deve ser vendada;

       Corrida sobre as pedras: Com duas folhas de jornais ou até mesmo de caderno que não use mais (usadas como as “pedras”) coloque uma no chão e suba nela, logo coloque a outra na sua frente no chão e vá para ela. Pegue a de trás e coloque na frente e assim sucessivamente até que elas cheguem no lugar planejado.

 

 

Referências:

 

G1. Coronavírus: Drauzio Varella explica por que a mortalidade entre obesos é mais alta. Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2020/05/17/coronavirus-drauzio-varella-explica-por-que-a-mortalidade-entre-obesos-e-mais-alta.ghtml. Acesso: 10 de junho de 2020.

 

Governo do Brasil. Data lembra a importância de combater a obesidade infantil. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2020/06/data-lembra-importancia-de-combater-a-obesidade-infantil. Acesso: 10 de junho de 2020.

 

 

Saúde Brasil. Qual o papel de uma alimentação adequada e saudável durante a pandemia de COVID? Disponível em:https://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/qual-o-papel-de-uma-alimentacao-adequada-e-saudavel-durante-a-pandemia-de-covid. Acesso: 10 de junho de 2020.

 

Tempo junto. Aproveitando cada momento com seu filho. Diponível em: https://www.tempojunto.com/2017/04/07/10-atividades-dentro-de-casa-para-criancas-agitadas/ Acesso: 10 de junho de 2020.

 

 


Antes de tudo: a sensibilização com/pelo Outro

    
Primeiramente, agradeço o convite que me impulsiona continuar refletindo sobre a difícil situação mundial que estamos vivendo e, ao mesmo tempo, parabenizo a iniciativa do PETCiências por meio do constante envolvimento dos alunos da graduação em Biologia da UFFS e do Professor Dr Roque Güllich, sempre uma referência de comprometimento com a educação.
    Depois, penso ser urgente refletir sobre a importância da sensibilização com/pelo Outro no momento atual. Trata-se de uma situação coletiva de ameaça à vida/saúde que escancara por meio das desigualdades, o quanto ainda somos pouco impactados com as dificuldades que enfrentam as pessoas à nossa volta. Naturalizamos a pobreza, a doença, o sofrimento do Outro - pouco (ou nada) nos impacta sua situação, mesmo diante de uma pandemia mundial.
    Não é novidade que as desigualdades são um problema social e político que acompanha a existência da sociedade, mas agora reverbera suas piores faces por meio de pessoas que enfrentam dificuldades como a fome e o frio, a ausência de um olhar amigo, uma palavra de conforto, uma ajuda possível. Será que fizemos pelo Outro o que está ao nosso alcance?
    Essa pergunta direcionada à área da Educação Especial reforça o entendimento de que, antes de tudo, a sensibilização com/pelo Outro se faz necessária. São mais de 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, segundo o Censo Demográfico do IBGE de 2010; São pessoas que encontram diferentes dificuldades de locomoção, comunicação, interação, de aprendizagem e/ou desenvolvimento, outras que precisam de cuidador diariamente, ou dependem do contato físico para comunicação, entre outras necessidades. 
    Se a existência de um novo vírus traz consigo um turbilhão de novos anseios, medos e inseguranças, a estas pessoas e suas famílias podem causar proporções ainda maiores: são tratamentos comprometidos, isolamento possível de desenvolver outras condições/dificuldades, acompanhamentos necessariamente talvez interrompidos ou reorganizados que podem não estar causando o mesmo efeito.     Este fato nos faz refletir sobre as atividades remotas/online que muitos estudantes estão atualmente vivenciando. Como estão acontecendo? Quais são suas estratégias? São consideradas as especificidades de todos os alunos? São questões que a todo momento precisam nos acompanhar e não interessar apenas a estes sujeitos. A preocupação com a educação de qualidade para todos precisa ser uma preocupação coletiva que, sobretudo, tem a ver com a sensibilidade por aqueles que dela necessitam.         Especificamente, é importante que as atividades destinadas ao público da Educação Especial estejam o mais próximo possível das especificidades dos alunos, previamente de acordo com uma avaliação pedagógica sobre o estágio de seu desenvolvimento, bem como adequadamente dispostas ao tempo do aluno e também das atuais condições de auxílio ao mesmo. Atividades lúdicas, interativas, criativas e de interesse dos alunos apresentam maior possibilidade de pedagogicamente potencializarem suas aprendizagens. 
    Outra questão importante é refletir sobre o impacto do uso diário de máscaras (necessárias para proteção coletiva) para aquelas pessoas que necessitam da leitura labial para se comunicar com os demais. Sabemos que o recurso da leitura labial – técnica orofacial utilizada por pessoas cuja língua materna é o Português, a qual baseia-se no uso da fala e resíduos auditivos para comunicação oral – é imprescindível na observação do posicionamento dos lábios, para que, junto dos sons ouvidos (ou não), a pessoa com deficiência auditiva consiga ter uma maior facilidade para compreender a mensagem transmitida.
     A sensibilização com/pelo Outro possibilita encontrar pessoas preocupadas com a necessidade da leitura labial investindo na produção de máscaras com proteção segura e transparente, cuja utilização não impeçam a visão orofacial daqueles que a necessitam. A sensibilização também pode vir do compartilhamento de informações, ideias e alternativas à estas pessoas sobre a necessária distância de 1,5m (recomentada pela Organização Mundial de Saúde), especialmente durante a comunicação.
     Para terminar: desejo que o momento atual nos ajude a estimular o desenvolvimento de sensibilidade com e pelo outro que, definitivamente, não diz respeito apenas a quem recebe, mas sobretudo a quem possibilita. Enfim, hoje eu ajudo, amanhã eu sou ajudado.

Silvana Matos Uhmann 
Professora de Libras e Educação Inclusiva 
do instituto de Educação de Angra dos Reis 
da Universidade Federal Fluminense

PUBLICAÇÃO EM PERIÓDICO CIENTÍFICO


Foi publicado neste mês na revista Pesquisa e Ensino pela aluna Renata Caroline Dias Machado, graduanda de Ciências Biológica Licenciatura pela UFFS, ex-bolsista FAPERGS, o artigo intitulado “PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL COMO COLETIVO DE AUTORREFLEXÃO NA FORMAÇÃO INICIAL”, com a colaboração

dos professores a Dra. Graciela Paz Meggiolaro pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC), que acompanha o PETCiências, e o Dr. Roque Ismael da Costa Güllich, tutor do Programa de Educação Tutorial – PET (MEC/FNDE), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Acompanhe o resumo:

 

A formação de professores no Brasil tem assumido, desde início dos anos 2000, a tendência da Investigação-Ação. Assim, temos como objetivo compreender o papel da reflexão no processo de Investigação-Ação como via para a aprendizagem no decorrer das experiências de formação inicial de professores de Ciências. Desta forma, analisamos e categorizamos por meio de análise temática de conteúdos os diários de formação de licenciandos da área de Ciências, participantes de Programa de Educação Tutorial (PETCiências). As categorias de análise foram definidas seguindo três eixos temáticos: i) níveis de reflexão, ii) tipos de reflexão e iii) conteúdo da reflexão. No estudo, evidenciamos o papel do diário de formação na formação inicial, trazendo oportunidades aos sujeitos que refletem sobre si mesmos por meio do processo formativo Investigação-Formação-Ação, sendo essa uma construção que se faz no coletivo que auxilia no desenvolvimento critico, autorreflexivo e agrega qualidade ao desenvolvimento profissional docente [1].

 

Renata Caroline Dias Machado

Graduanda de Ciências Biológica Licenciatura pela UFFS. Ex-bolsista FAPERGS.

 

Dra. Graciela Paz Meggiolaro

Pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC) da UFFS.

Dr. Roque Ismael da Costa Güllich

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências (PPGEC) da UFFS. Professor adjunto do curso de Ciências Biológicas Licenciatura e tutor do Programa de Educação Tutorial (PETCiências).

 

O PETCiências convida a todos para conferir o trabalho completo [1].

 

[1] MACHADO, R. C. D., MEGGIOLARO, G. P., GÜLLICH, R. I. DA C. Programa de Educação Tutorial como coletivo de autorreflexão na formação inicial. Pesquisa e Ensino, v. 1 (2020): Publicação Contínua, jun. 2020. Disponível em: https://revistas.ufob.edu.br/index.php/pqe/article/view/651/930. Acesso em: 03 jul. 2020.


PETCIÊNCIAS PUBLICA EM PERIÓDICO CIENTÍFICO

O PETCiências do Programa de Educação Tutorial – PET (MEC/FNDE), da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Cerro Largo, vem desenvolvendo desde de 2017, o projeto de extensão universitária “Ciência, Ambiente e Formação”.  As ações do programa, foram publicadas na Revista Vivências, periódico de qualis B2 no quadriênio (2013-2016) e A3 no novo quadriênio (2017-2020) provisório da CAPES.

Intitulado “DESAFIOS E INTER-RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA, AMBIENTE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O PETCIÊNCIAS E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA”, conforme o resumo do trabalho:

Nos tempos atuais, é necessário, pensar na Educação Científica e na formação de sujeitos, para lidar com transformações, tendo presentes avanços da Ciência e Tecnologia, sobre temáticas sócio-científicas, ambientais e de saúde. Para isso, é importante pensar os pressupostos que envolvem a formação de professores, responsáveis pelo processo de mediação da aprendizagem, para produção do conhecimento. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo refletir sobre a organização da proposta do curso “Ciência, Ambiente e Formação”, suas temáticas, motivações, perspectivas e contexto. O desenvolvimento da ação de extensão é parte das atividades do Programa de Educação Tutorial - PETCiências, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Cerro Largo. O curso tem duração efetiva de 3 anos, sendo um projeto que reúne professores e temas de diferentes áreas do conhecimento (de caráter interdisciplinar), realizadas por meio do diálogo, troca de saberes e reflexão, como uma comunidade autorreflexiva e de aprendizagem. Podemos perceber, que a atividade de extensão universitária possibilitou espaços de trabalho educativo, desenvolvendo uma formação humana e profissional dos acadêmicos envolvidos, bem como um diálogo com a comunidade, sendo fundamental, para estabelecer interlocuções entre a formação e implicações na Educação Científica. O curso tem qualificado os próprios espaços interativos/formativos, fortalecendo o diálogo, o compartilhamento de experiências, contribuindo para uma formação crítica e reflexiva. Consideramos que o projeto respalda e permite a formação de professores de Ciências com pensamento contemporâneo que está interconectado com demandas atuais do mundo, contextualizando e reconstruindo suas concepções teórico-práticas [1].

 

Os autores do trabalho, são atual e ex-petianos além do tutor do programa, que se dedicam (e dedicaram-se), na organização da extensão apresentada.

 

Rafaela Engers Günzel, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, RS, Brasil

Mestranda em Educação em Ciências pela FURG. Graduada em Química Licenciatura pela UFFS.  Ex-bolsista do PETCíências. Graduada em Geografia Licenciatura pela UNINTER.

Leonardo Priamo Tonello, Universidade Federal da Fronteira Sul, Cerro Largo, RS, Brasil

Graduando de Ciências Biológica Licenciatura pela UFFS. Bolsista do PETCiências.

Daniel Marsango, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil

Mestrando em Física pela UFSM. Graduado em Física Licenciatura pela UFFS. Ex-bolsista do PETCiências.

Roque Ismael da Costa Güllich, Universidade Federal da Fronteira Sul, Cerro Largo, RS, Brasil

Coordenador do Mestrado em Educação em Ciências (PPGEC) da UFFS. Professor adjunto do cursos de Ciências Biológicas Licenciatura e tutor do PETCiências.

O PETCiências convida a todos para conferir o trabalho completo [1].

[1] GÜNZEL, R. E.; TONELLO, L. P.; MARSANGO, D.; GÜLLICH, R. I. DA C. DESAFIOS E INTER-RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA, AMBIENTE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O PETCIÊNCIAS E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Revista Vivências, v. 16, n. 31, p. 195-208, 29 jun. 2020. Disponível em: http://revistas.uri.br/index.php/vivencias/article/view/197. Acesso em: 29 jun. 2020.

 

 

 

 

 

 


Aedes aegypti: pequeno vilão em meio a uma pandemia


Em meio a pandemia da Covid-19 outras doenças não foram muito abordadas em jornais e revistas, são elas “dengue, zika e chikungunya”, mas assim como o coronavírus são igualmente perigosas. Com isso, o PETCiências acredita ser de extrema importância falar sobre essas mazelas para que possamos ter maior conhecimento sobre  demais doenças virais, as quais, no Rio Grande do Sul, são as que mais matam depois da Covid-19. Nessa matéria informaremos sobre mosquitos do gênero aedes os quais são os principais transmissores de algumas enfermidades, como:

 

     DENGUE: é provocada por um arbovírus, este o qual apresenta-se de 4 formas variadas: DEN-1, DEN-2, DEN-3 E DEN-4; O vírus é  transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado, este que apresenta-se sob duas formas: benigna e hemorrágica o qual, necessita de água parada para proliferar-se. Destacamos como sintomas: febre, dores musculares, dor nos olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Assim, o infectado pelo mosquito pode ou não apresentar sintomas, e quando apresentar podem ser eles leves ou graves, levando até a morte. Na maioria das vezes, a dengue tem cura espontânea após 10 dias; não existindo um tratamento específico para esta, apenas remédios para amenizar a dor. Lembrando que a dengue não passa de pessoa para pessoa, ou seja, ela não é contagiosa. Porém, algumas pessoas mais velhas com mais de 65 anos ou até mesmo crianças que tenham algum problema e forem picados pelo mosquito, o caso deles pode agravar-se.

 

     CHIKUNGUNYA: é transmitida pelos mosquitos infectados Aedes aegypti e Aedes albopictus. Alguns sintomas são: febre, dor muscular, dor de cabeça, náusea, fadiga, erupção cutânea e graves dores nas articulações (na maioria dos pacientes essas dores são curadas completamente, porém, em alguns ela pode durar vários meses e anos após a enfermidade). A taxa de mortalidade é baixíssima, mas gera um grande impacto social por causar altos números de casos e não existir tratamento para a doença, os medicamentos são direcionados para aliviar os sintomas.

 

     ZIKA: o vetor do Zika vírus é o mosquito Aedes aegypti (Figura 1) . Essa doença apresenta risco superior do que as outras mazelas por deixar danos severos em recém nascidos como a microcefalia. Os sintomas são: vermelhidão em todo o corpo com muita coceira depois de alguns dias, febre baixa (muitas vezes não sentida), conjuntivite sem secreção, mialgia e dor de cabeça, todos os sintomas são sempre leves ou moderados e isso ajuda na  gravidade da doença. O tratamento varia de acordo com os sintomas dos pacientes como o uso de analgésicos, antitérmicos entre outros, mas quando as sequelas são mais graves é necessário o acompanhamento de médicos especializados


Figura 1: ciclo do Aedes aegypti


Fonte: Ministério da Saúde

 

 

Tendo essas informações em vista, é importante que haja a prevenção para que esses males não atinjam, principalmente, as pessoas que nos cercam. Como a proliferação desse mosquito acontece com acúmulo de água parada em alguns objetos é importante manter alguns hábitos na nossa casa e em nosso pátio e como estamos em época de quarentena podemos aproveitar esse tempo para mudá-los.

Abaixo seguem algumas dicas de como combater o Aedes aegypti em seu domicílio, fornecidas pela Secretaria da Saúde:

 

     Garrafas PET e de vidro: Devem ser descartadas na lixeira, viradas com o bico para baixo, para evitar o acúmulo de água no local.

     Lajes: Mantenha-as sempre secas e não deixe água acumular.

     Ralos: Mantê-los tampados.

     Piscinas: Use sempre o filtro e cloro para tratar a água e mantenha limpa.

     Calhas: Manter elas sempre limpas, para que não ocorra o acúmulo de folhas que possam impedir a passagem da água.

     Cacos de vidros nos muros: Preencha com cimento ou quebre todos os cacos de vidro que podem acumular água.

     Baldes e vasos de plantas vazios: Guardar em local coberto, com a boca para baixo.

     Plantas que acumulam água: Evite ter bromélias e outras plantas que acumulem água, caso tiver, tire a água semanalmente

     Caixas d'água, cisternas e poços: Mantenha-os vedados. Tampe com tela aqueles que não têm tampas.

     Tonéis e depósitos de água: Mantenha-os bem fechados. Os que não têm tampa devem ser cobertos com uma tela.

     Objetos que acumulam água: Coloque em um saco plástico, feche bem e jogue corretamente no lixo.

     Vasilhas para animais: Os potes com água para animais devem ser muito bem lavados com água corrente e sabão no mínimo duas vezes por semana.

     Pratinhos de vasos de plantas: Mantenha-os limpos e coloque areia até a borda.

     Lixo, entulho e pneus velhos: Entulho e lixo devem ser descartados corretamente e os pneus devem ser guardados em locais cobertos.

     Lixeira fora de casa: Mantenha a lixeira fechada, para quando chover não armazenar água.

 

Referências:

Médicos sem Fronteiras. Chikungunya. Disponível em: https://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/chikungunya?utm_source=adwords_msf&utm_medium=&utm_campaign=chikungunya_comunicacao&utm_content=_exclusao-saude_brasil_39923&gclid=CjwKCAjw5vz2BRAtEiwAbcVIL8rYhVmgJdJ_52ICW9REkdFUC5MpzBK5YyPguKhB5wCEHB4JKjPpghoCVScQAvD_BwE. Acesso: 09 de junho de 2020. Acesso: 09 de junho de 2020.

Ministério da Saúde. Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika. Disponível em: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/combate-ao-aedes?fbclid=IwAR28O_QmnUWPc2vQfQPa5K9j0e_BaH71CxdNpE0el_jBnu8Mb_Lo47Jxn5s. Acesso: 09 de junho de 2020.

Ministério da Saúde. Zika Vírus: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção. Disponível em: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/zika-virus. Acesso: 09 de junho de 2020.

Secretaria da Saúde. Prevenção. Disponível em: http://www.dengue.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=6. Acesso: 09 de junho de 2020.


Direitos Autorais © ­PET Ciências | Hospedado em Blogger
Desenvolvido por Viva Themes | Tema do Site por New Blogger Edição por Blog no Mundo