Na Escola Eugênio Frantz, foi
desenvolvido um trabalho de construção de moléculas com bolas de isopor e
palitos. Tal perspectiva de trabalho buscou contribuir para o entendimento do
conteúdo de ligações químicas, principalmente para as ligações iônicas e
covalentes. Há exemplo foram construídas moléculas de H2O, CO2,
HCl, NH3, CaCl2, CH4, N2 entre
outras. Cabe destacar que além da possibilidade de os alunos visualizarem o
arranjo espacial dos átomos em uma molécula, também compreenderem as diferentes
propriedades dos mesmos ao apresentarem tendência de formarem uma ligação
química. Tal prática de confecção além de simples permite aos alunos
visualizarem as diferenças de tamanho entre os elementos químicos e as
propriedades que regem tal disposição. Ao professor e bolsista cabe agora o
desafio de estabelecer articulações entre o macroscópico (modelos
confeccionados) e o microscópico ( compartilhamento e transferência de
elétrons), possibilitando aos alunos um avanço qualificado em seus
conhecimentos acerca das ligações químicas.
O termo Meme foi criado pelo biólogo Richard Dawkins, onde foi usado pela primeira vez em 1976, no seu livro “The Selfish Gene”, traduzindo “O Gene Egoísta”. Neste livro o termo foi utilizado para nomear uma unidade de informação cultural, uma analogia ao gene, mas atualmente Memes podem ser entendidos/representados com(o) melodias, ideias, sotaques, moda, slogans, conceitos, fragmentos de cultura e informações da atualidade ou da antiguidade. No seu livro Richard Dawkins descreve que “quando você planta um meme fértil em minha mente, você literalmente parasita meu cérebro, transformando-o num veículo para a propagação do meme, exatamente como um vírus pode parasitar o mecanismo genético de uma célula hospedeira”, assim entendemos que Meme hoje em dia pode ser entendido como o termo viral carregado de informações, e a internet nos proporcionou um meio mais fácil para que os Memes cheguem a milhares de pessoas em muito menos tempo. Então por que não utilizar o Meme em sala de aula...


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