A pesquisa visa analisar a interrelação entre as tecnologias digitais (TD) e a sua aproximação com a educação ambiental (EA), buscando também aspectos e propostas que incluam a formação inicial de professores, práticas pedagógicas e estratégias didáticas nos diferentes níveis de ensino, tendo sempre como foco as contribuições para o Ensino de Ciências (EC). A investigação é orientada pelo seguinte problema: o que se mostra sobre articulações entre EA e TD nas práticas pedagógicas voltadas ao EC? O corpus textual é constituído por trabalhos publicados nos anais do Encontro Nacional de Ensino de Biologia (ENEBIO) que abordam as articulações entre EA e TD nas práticas pedagógicas que são voltadas ao EC. A metodologia de qualitativa utilizada para a investigação do corpus textual é utilizada na Análise Textual Discursiva (ATD). A ATD é composta pelas seguintes etapas, num processo recursivo: unitarização, categorização e elaboração do metatexto. Neste momento estamos no processo de categorização inicial.
O termo Meme foi criado pelo biólogo Richard Dawkins, onde foi usado pela primeira vez em 1976, no seu livro “The Selfish Gene”, traduzindo “O Gene Egoísta”. Neste livro o termo foi utilizado para nomear uma unidade de informação cultural, uma analogia ao gene, mas atualmente Memes podem ser entendidos/representados com(o) melodias, ideias, sotaques, moda, slogans, conceitos, fragmentos de cultura e informações da atualidade ou da antiguidade. No seu livro Richard Dawkins descreve que “quando você planta um meme fértil em minha mente, você literalmente parasita meu cérebro, transformando-o num veículo para a propagação do meme, exatamente como um vírus pode parasitar o mecanismo genético de uma célula hospedeira”, assim entendemos que Meme hoje em dia pode ser entendido como o termo viral carregado de informações, e a internet nos proporcionou um meio mais fácil para que os Memes cheguem a milhares de pessoas em muito menos tempo. Então por que não utilizar o Meme em sala de aula...


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